A diferença entre ensino e imposição ideológica

Com um governo conservador podemos voltar a sonhar com um ensino de qualidade para as crianças.

Não há dúvidas de que nossas crianças correm grave risco em sua educação, já que a escola tornou-se um lugar de imposição ideológica e desconstrução cultural. Ao invés do ensino, o ambiente escolar tornou-se um lugar de militância.

Isso por conta do empenho dos últimos governantes em manter o Estado aparelhado e promover ideais progressistas, contrários ao que defende a grande maioria conservadora no país.

Devido às redes sociais, temos expostas as intenções por trás de ideias estapafúrdias aplicadas no ambiente de ensino. Ideologia de Gênero, orientação sexual, militância política e doutrinação socialista são algumas destas ideias.

Enquanto os pais trabalham, buscando garantir um bom ensino aos filhos, as escolas passaram impor questões negativas, rejeitadas por estes pais e que prejudicam as crianças.

O principal alvo desta doutrinação é justamente a cultura judaico-cristã e o pensamento conservador. Ao invés de obterem conhecimentos básicos, o estudante é exposto a todo o tipo de distorção.

A palavra educação sempre está nas campanhas políticas, mas o que vemos é uma campanha de imposição ideológica. Como resultado, 95% dos nossos alunos saem do ensino médio sem conhecimentos básicos em matemática.

Em 2005, por exemplo, o Ministério da Educação (MEC) recomendou a compra da coleção “Nova História Crítica”, que vendeu mais de 10 milhões de exemplares e foi lida por mais de 30 milhões de estudantes.

No entanto, o autor da coleção não é historiador, além de sua obra ser considerada um “panfleto marxista”. Mario Furley Schmidt ficou milionário ao receber royalties de 10% do preço de cada livro vendido.

Outro exemplo negativo está nos livros com ilustrações de Lula e Fidel Castro. Eles chegaram a estampar o conteúdo de dois livros didáticos de Língua Portuguesa.

Conceitos marxistas contaminam nossas escolas, prejudicando o conhecimento dos estudantes e colocando em risco os valores que os pais transmitem aos filhos.

A menor menção a religião e qualquer defesa de nossa cultura conservadora é fortemente criticada pelo “politicamente correto”, enquanto que a doutrinação avança sem oposição.

Mas temos agora um governo conservador, um presidente cristão e a oportunidade de voltarmos a lutar por um ensino de qualidade para nossas crianças.

Que não venhamos a desanimar, mas que possamos empenhar toda a nossa força na defesa dos nossos valores, que serão fundamentais para as futuras gerações.